Banana 116


Era uma vez um rapaz que se chamava João.
O João usava uns enormes óculos pretos, umas calças muito largas, umas meias amarelas, uma camisola cinzenta e uns ténis vermelhos. Era mesmo muito foleiro!
O João, na sua escola, era conhecido como banana 116.
Não me perguntem porque é que lhe chamavam assim!
Sempre que o João punha um pé dentro da escola, ele era gozado por toda a gente.
Sempre que ia com aquela roupa ridícula para a escola, o filme era assim:
- Olha, olha o João parece um palhaço - dizia o Dinis.
O João sentia-se sempre muito triste!
Um certo dia, o João fez uma coisa que eu pensava que era impossível. QUEREM saber o que fez o João?
Bom, eu também não vos vou dizer, mas digo-vos outra coisa: o João deixou de ser gozado e passou a ser o rapaz mais popular da escola.

José Pedro

O amor de dois mundos


Era uma vez uma sereia chamada Lúcia que estava apaixonada. A Lúcia era uma sereia de cauda vermelha, olhos azuis e cabelo loiro.
Tal como já disse, a Lúcia estava apaixonada, mas o problema era que ela estava apaixonada por um humano que conhecera quando eram ambos umas crianças. O acontecimento foi assim: a Lúcia estava a cantar numa costa quando o rapaz apareceu:
- Que voz tão melodiosa. Quem estará a cantar? - perguntou o rapaz, encantado com a voz da Lúcia.
De repente, ele repara na Lúcia e também na sua cauda e entende que ela é uma sereia. Nesse preciso momento aparece uma onda gigante que quase o arrastava. Se não fosse a Lúcia, que o salvou, hoje ele estaria morto. A Lúcia levou o rapaz para outra costa e implorou que ele estivesse vivo:
- Por favor, que ele não esteja morto. Eu amo-o __ implorou a Lúcia, quase sem esperanças.
Por causa do amor da Lúcia pelo rapaz, o rapaz sobreviveu mas quando acordou, ela já tinha ido embora mas com esperanças de ele estar vivo.

Carolina Rodrigues

O acidente de Sara


__ Querida Sara, tenho de lhe dizer que infelizmente não poderá montar a cavalo até não saírem os resultados da operação à clavícula que acabou de fazer __ disse o médico à Sara que ainda estava meia zonza da anestesia.
Sara estava zonza mas mesmo assim ficou chocada com a notícia do médico. Sara sabia que a sua clavícula já estava mal há dois anos e também sabia que tinha agido mal depois do seu grave acidente. De repente uma brisa passou pela cara de Sara e esta teve uma visão do seu acidente. Nessa visão viu a Vitória à sua frente para ganhar o concurso de saltos de obstáculos. Faltavam quinze segundos para acabar a prova e ela já estava adiantada. Mas quando ía a saltar o último obstáculo o seu cavalo parou e ela “voou” para cima dos paus de maneira e bater com a clavícula no obstáculo.
No dia seguinte, Sara sentia-se com mais forças e o médico logo pela manhã foi dar-lhe alta. Sara fez as malas e deixou o seu quarto tão arrumado que o próximo doente se pôde deitar logo na sua cama. Depois de sair do hospital de Lisboa, Sara dirigiu-se ao seu carro, emprestado pelo pai, que já estava estacionado há duas semanas sem se mexer. Entrou no carro, largou um suspiro, fechou por uns segundos os olhos e uma segunda brisa passou-lhe pela cara e fazendo-a lembrar-se do cavalo que tinha montado no dia do seu acidente.
Embora não quisesse sair do hospital sem os resultados da operação, Sara pôs as mãos no volante e ligou o carro. Já na estrada Sara olhou à sua volta e sorriu pela primeira vez no dia. Estava contente por voltar para casa e por poder matar saudades dos seus cavalos e da sua família. Quando viu o portão da quinta em que ela vivia fez um sorriso ainda maior e apressou-se a entrar.
Quando estacionou o carro tirou as coisas e entrou em casa. Lá dentro estava o seu pai, a sua mãe e a sua irmã, sentados no sofá à sua espera. Mal ouviram o barulho da porta a fechar, toda a família se levantou e foi ter com a Sara.
-Sara, como é que estás? - perguntou a sua irmã mais velha, com um ar preocupada.
- Melhor, obrigada __ respondeu Sara.
- Filha, vai poisar as tuas coisas ao quarto e vem contar-nos tudo o que o médico te disse e como é que tu tens de ter cuidado e tudo, tudo, tudo __ pediu a mãe da Sara, curiosa e também um pouco preocupada.
Sara, antes de por as coisas no quarto, ainda cumprimentou todos e depois é que foi deixar tudo no seu quarto. À noite, pela hora do jantar, Sara contou que não poderia montar a cavalo por uns tempos e que nem tinha a certeza se poderia voltar a montar pois o seu acidente tinha sido mesmo muito grave.
Passaram-se dias e numa manhã bem cedo o telefone de casa começou a tocar. Sara, como já estava acordada, levantou-se do sofá e poisou a taça dos cereais na mesa pequena e foi atender o telefone.
Era um telefonema sobre os resultados da operação feita à clavícula. Sara podia voltar a montar. Sara teve de se conter para não dar um grito de alegria mas manteve o bico calado.
Agora Sara com muito cuidado monta o seu cavalo favorito “Weit” um garanhão preto lindo, muito simpático e nervoso.
(…)
__ Agora em pista temos “Weit” montado por Sara __ dizia o apresentador ao microfone.
Sim, Sara já estava novamente em pista a ganhar taças e a tornar-se a melhor cavaleira de obstáculos do mundo.

Madalena

A jornalista Clara


Era uma vez uma menina chamada Clara, tinha vinte e três anos e vivia em Lisboa.
A Clara adorava ler, era morena, tinha o cabelo liso e curto, era alta e magra e muito brincalhona e alegre.
A Clara tinha uma irmã pequena para sustentar e quase não tinha dinheiro.
Para a Clara conseguir o seu trabalho de jornalista tinha de fazer quatro entrevistas.
Essas entrevistas tinham de ser: a um menino de uma ”canção para ti” que era ao Miguei Guerreiro, outra ao Tony Carreira, outra a David Carreira e a última a Leandro.
Todas essas entrevistas correram bem.
A Clara conseguiu ganhar um trabalho e quando chegou a casa disse contente:
_ Eu consegui trabalho!
_ Boa, não sabes o quanto eu fico feliz!_ exclamou a irmã da Clara, contentíssima com a noticia.
E assim ela resolveu o problema.

Inês Sequeira

O sapo falante


Era uma vez um menino chamado João que tinha onze anos. Ele era baixo, os cabelos eram pretos e encaracolados e os olhos eram castanhos, muito escuros.
Ele estava em casa e não tinha nada que lhe apetecesse fazer, então decidiu ir dar uma volta.
Passado um bocado ele parou, ficou a admirar a paisagem e exclamou, fascinado:
_ Que bonita paisagem!
Aquele lugar quase parecia desértico, era muito bonito porque era todo verdejante e ali não se via nada queimado porque as pessoas sabiam tratar bem da floresta.
De repente, uma velhota tocou-lhe no ombro e perguntou:
_ Queres ir beber um chá comigo?
_ Não, já estava mesmo para me ir embora – disse ele, com medo que ela lhe fizesse mal.
No entanto, reflectiu melhor e, para não deixar a velhota desanimada, disse:
_ Está bem, eu vou.
A meio do caminho a velhota perguntou:
_ Como é que te chamas?
_ Eu chamo-me João e você?
_ Chamo-me Joana.
Quando chegaram a casa dela ele ficou a olhar lá para o cimo de tudo, parado e muito admirado. Então Joana perguntou – lhe:
_ Porque é que estás tão admirado, a olhar lá para cima?
_ Porque nunca vi nem estive dentro duma casa numa árvore.
Então lá entraram e foram para a cozinha. A velhota deu – lhe o chá. Conforme deu um golo transformou-se num sapo.
Muito assustado, só pensava como é que ia voltar para casa.
Então, quando ela estava distraída a olhar para a rua, saiu de casa porque a porta estava aberta.
Quando chegou a casa ele começou a fazer barulho na porta. A mãe dele foi logo ver o que se passava.
Abriu a porta e ele entrou. Içou muito surpreendida e sem saber o que dizer ou fazer. Chamou logo o pai e tiveram uma grande conversa.
Os pais deram-lhe o nome de “O sapo falante”
Então, a partir daí, ele ficou sempre “sapo falante” até que um dia uma menina lhe desse um beijo.

Cátia

Teatro: "O BOJADOR"

Os alunos do 4º ano prepararam uma dramatização com base no livro do Plano Nacional de Leitura: "O BOJADOR", de Sophia de Mello Breyner Andresen. A apresentação da peça decorreu durante a Semana da Leitura, no dia 22 de Março. De manhã, foi apresentada aos alunos do 5º ano e aos alunos do 4º ano, da Sobreira Formosa, à tarde foi apresentada aos alunos da Escola do 1º Ciclo.




Tiago Dias
Maria Eduarda
Inês Sequeira

Se eu fosse um lápis


Se eu fosse um lápis gostaria de pertencer a José Jorge Letria. Eu tenho a certeza que José Jorge Letria escreveria muitos livros comigo, como por exemplo, "O livro das receitas malucas.
Eu tenho a certeza que José Jorge Letria me levaria consigo, para todo o lado.
Eu teria apenas dois inimigos, a borracha e a afiadeira. A borracha porque apagaria as minhas preciosas palavras e a afiadeira porque me afiaria muitas vezes e me partiria o meu precioso bico, muitas e muitas vezes.
Eu seria muito cobiçado por toda a gente.
Quando José Jorge Letria se reformar-se e falecesse eu gostava que ele me doasse a um museu, onde todos me pudessem ver, sem me estragar.

José Pedro

Se eu vivesse no tempo do Viriato



Se eu vivesse no tempo do Viriato seria um nobre romano. Mas eu não era um nobre qualquer, eu teria a pura confiança do imperador. Na altura estávamos em plena guerra contra outros povos. E o pior é que em Roma estava tudo muito agitado. No início previa-se uma vitória fácil. Mas quando chegou o momento, o fácil acabava por se tornar difícil. Já a meio da batalha a sorte acabava por se virar para o nosso lado. No final não derrotámos todos os inimigos, mas eles acabaram por desistir.
Como as coisas em Roma não estavam a correr da melhor forma todos os nobres foram destacados para uma reunião, com o imperador. As ideias que começaram a surgir do imperador não me estavam a agradar lá muito. É que ele queria que os homens dos povos que eram derrotados, fossem metidos no exército, enquanto que nós, ficávamos a ver os dias passar. Para mim um soldado tem que ser honrado pela sua determinação e coragem e não por coisas que não faz. A ideia do imperador prosseguiu para a frente e por isso eu decidi abandonar Roma.
Certo dia, eu fui ter com Viriato, o chefe dos Lusitanos, para que juntos conseguisse-mos derrotar os malvados romanos. Mas ao que pareceu o imperador acabava de mostrar porque era o imperador do império romano ao subornar dois Lusitanos para que matassem Viriato. E não é que a missão foi realizada com sucesso! De repente, os romanos desafiaram os Lusitanos a combater pela Península Ibérica e estava visto que os romanos não podiam recusar. Como já sabia as tácticas dos romanos derrotei o exército romano quase todo. Como prova da minha determinação e coragem coroaram-me o rei da Península Ibérica.
Miguel

Se eu vivesse no tempo do Viriato


Se eu vivesse no tempo do Viriato seria uma Dama da Nobreza, que viveria com o meu pai, o chefe dos soldados e com as minhas aias. Eu seria uma Dama Lusitana e o meu pai seria o Viriato.
O meu nome seria Urraca e eu teria uma irmã mais velha Sancha.
Estaríamos em tempo de guerra, contra os Romanos. Eles seriam muito fortes, mas com o meu pai como chefe, nada poderia falhar. O meu pai seria muito experiente, porque enquanto era criança não teria tido qualquer outra brincadeira se não lutar.
O meu pai, nesta última guerra, ter-se-ia ferido gravemente no braço, por isso não poderia continuar a lutar. E sem ele os lusitanos perderiam. Então sem ninguém saber, eu pegaria no fato de soldado do meu pai, vesti-lo-ia e …
Logo de seguida iria direitinha ter com os companheiros do meu pai, e diria-lhes:
_ Vamos, meus cavalheiros, vamos enfrentar estes monstros nojentos.
Para uma linda Dama estaria a sair-me muito bem...
Os Romanos seriam animais horripilantes, pois eles adorariam magoar tudo e todos. Antes da guerra recomeçar eu iria ao mercado do povo comprar algumas coisas para tratar do ferimento do meu pai. Na noite seguinte, durante a noite, eu acordaria com um grito assustador. Viria do quarto do meu pai. Eu bateria à porta mas o meu pai não responderia. Entraria no quarto e de repente teria de começar a chorar, a gritar e mesmo a bater no chão.
O meu pai estaria morto. Quase não aguentaria a dor daquela tristeza. Os Lusitanos estariam feitos ao bife.
Já não teríamos quem nos protegesse, pois sem o meu pai, não haveria luta para vencer. Mas só me lembraria que enquanto eu fosse criança, o meu pai me teria dito que quereria que eu fosse a chefe dos seus companheiros, mesmo sendo mulher. Lá me passava aquela tristeza, mas eu nunca esqueceria o meu pai Viriato.
Madalena

Se eu vivesse no século I


Era uma vez, eu, no século I. Era um chefe militar das tropas romanas.
Eu vivia numa enorme vila de que todos tinham inveja.
Na torre de vigia, mal davam o alerta, eu calçava logo as minhas botas, vestia a armadura e dirigia-me para lá.
Uma vez houve uma batalha que foi muito difícil de travar.
Faltavam quinze minutos para o meio-dia, quando o imperador romano decidiu retirar terras a um outro imperador.
Para que esse ideal se realizasse teve de se iniciar uma batalha.
Preparávamo-nos nós, nos campos e a formatura começou.
__ Soldados, apresentar! Seteiros, apontar __ gritei eu.
Das nossas enormes muralhas os seteiros com arco e flechas disparavam a todo o segundo. Os cavaleiros montados a cavalo tinham ou lanças ou espadas mas sempre protegidos por um escudo.
Mas não era só isto! Alguns soldados libertavam chitas, tigres, leopardos, leões domesticados de modo a combaterem os inimigos dos romanos. O meu exército era composto por 20 000 homens e 525 animais.
A batalha durou muitos dias até que, numa manhã, disse ao imperador:
__ Meu senhor, tive uma ideia! Podemos atacá-los por mar, de barco..
Dito e feito. Depois, 25 barcos passaram sorrateiramente junto a terra e zás.
Acabaram feitos num oito. Vencemo-los tão facilmente que na batalha quase nenhum soldado se magoou.
Num domingo, já à tardinha, um criado do imperador chama-me ao palácio.
__ Estou quase a morrer e quero dizer-te que és o novo imperador de Roma.
Eu aceitei e governei aquele reino, Roma, e daí para a frente travei imensas batalhas.

DIOGO MARÇAL

Se eu vivesse no século I


Se eu vivesse no século I seria um membro do povo. Brincaria nas estradas com pedras, seria muito divertido ir para os quintais das nossas casas pobres, com as paredes todas rachadas, tudo partido.
Teria bonecas feitas de pano que a minha mãe e a minha avó me fariam. Adorava brincar com elas, era muito divertido.
Às vezes iria com a minha mãe vender mel das abelhas mas vendíamos pouco pois as pessoas não gostavam muito de mel e preferiam leite.
O meu pai seria um soldado valente que combateria em grandes batalhas.
Nós teríamos que dar ao rei um pouco daquilo que ganhávamos.
Também ajudaria a minha mãe a cultivar a terra, porque mesmo com a minha idade já percebia o que nós sofríamos.
Cultivaríamos arroz, feijão, abóbora, tomates…
Às vezes também iríamos vender o que cultivávamos, isso já se venderia melhor.
Mas como já vos disse, uma parte dos alimentos eram também para o rei por isso, às vezes, não trabalhávamos só para nos sustentar.
Também gostaria de ir para o jardim da praça brincar com as minhas amigas.
Jogávamos à “macaca”, ao “macaquinho do chinês”…
À noite, não veríamos televisão pois na verdade não existiam. Jantaríamos e logo a seguir, depois da minha mãe lavar a loiça, iríamos para a cama.
Dormiríamos descansados a sonhar com o que tínhamos vendido. Podia ser pouco mas era melhor que nada.
Carlota

No parque de diversões


Eu divirto-me bastante
Ir ao parque de diversões é muito excitante
A montanha russa deixa-nos enjoados
E a casa assombrada amedrontados.

Os cachorros são tão deliciosos
Que nos deixam babosos
O carrossel tem chávenas de chá
Se na verdade tivessem já nada havia lá.

A roda gigante anda devagar
Mas vai tão lançada que nada a vai parar
A montanha russa para os pequeninos
Tem lá rãs e girinos.

Margarida Serra

Peça de fantoches - "Uma viagem no aquário"



Num aquário estavam dois peixes a conversar. Um chamava-se Sim e o outro chamava-se Não.
Não – Não te faz impressão estas pessoas olharem para nós?
Sim – Sim, parece que nos vão comer com aqueles olhos grandes.
Não – Mas por vezes, com aquelas máquinas fotográficas, parece que estamos numa passarela.
Sim – Vamos dar uma volta ao aquário.
Não e Sim – Bom dia senhora tartaruga.
Não e Sim – Bom dia senhora estrela.
Não – Eu não quero passar pela casa dos tubarões gémeos, eles são muito arrogantes e assustadores.
Sim – É verdade, eles são muito convencidos e pensam que são donos e reis do aquário.
Não – Espero bem não voltar a cruzar com eles!
Sim – Vamos entrar na nossa gruta favorita.
Não – Quando é que nos vão voltar a dar comida? Estou cheio de fome.
Sim – Concordo, vamos queixar-nos ao senhor polvo.
Não – Sim, o polvo é o mais sábio e o mais velho do aquário. Mas, já chega de conversa.
Sim – Foi uma viagem, pelo aquário, muito divertida mas agora vamos brincar com os nossos amigos.
Não e Sim – Adeus, resto de bom dia.
Madalena e Margarida

Se eu vivesse no século I

Se eu vivesse no século I seria uma princesa, uma princesa com longos cabelos ruivos e olhos cor do céu. Viveria com o meu pai, o rei, a minha mãe, a rainha, as minhas aias e com todas pessoas que trabalhassem no castelo.
Se eu vivesse no século I tudo seria diferente. Não haveria transportes, autocarros, metros ou até mesmo carros. Teria de se andar de carruagem ou montada a cavalo.
Haveria bailes reais onde só os membros da família real poderiam ir.
Nas ruas da vila haveria tendas de velharias, de madeiras e até mesmo de alimentos.
Se eu vivesse no século I não haveria computadores, televisões ou até mesmo telemóveis! Não poderia mandar mensagens aos meus amigos, não poderia jogar no computador e não poderia ver televisão.
Se eu vivesse no século I gostaria de conhecer o povo da minha vila, os animais que o habitavam e todo o tipo de plantas que lá existiam.
Se eu vivesse no século I queria que Portugal fosse o país mais unido do mundo.
Se eu vivesse no século I teria de fazer as minhas tarefas, como princesa, teria de fazer o que me era pedido.
Gostava de viver no século I mas seria muito diferente sem computadores, televisões ou telemóveis... Seria muito difícil!...

Inês Mendonça

Pinguins - Pintura, recorte e colagem

Miguel, Pedro Miguel, professora
Pedro Miguel
Madalena
Carolina Nogueira
Margarida


Beatriz Serrano Pedro Mendonça
Catarina
Maria Eduarda
Carolina Nogueira
Inês Sequeira
Tiago Dias

A música

Os pássaros cantam
e nunca se cansam.
A música é divertida
se seguirmos a batida.

Até os animais do bosque brincam com a música
e eles próprios sabem que ela é rítmica.
Até as plantas fazem um musical
mas as árvores é que fazem a tal.

Carolina Rodrigues

Nos campos

Nos campos há flores
e árvores também
há lá bons sabores
ali, aqui e além.

Neles há plantas
e enormes animais
e outras tantas
coisas mais.

Quem lá passa
tudo esquece
mete a mão na massa
e o pão arrefece.

O cantar do rouxinol
de manhã ao acordar
não parece nada um trol
nem quero nisso pensar.

E assim nos despedimos
com um abraço
quem sabe com beijinhos
e sabe-se lá o que eu faço.

Diogo Marçal